sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ARTIGO: "NÃO" AO SISTEMA DE COTAS!

Sistema de cotas raciais é uma política que oferece vagas a cidadãos negros e pardos nas universidades de ensino superior. Essa política foi criada primeiramente nos Estados Unidos. No Brasil a Lei 3.708 entrou em vigor em 09 de novembro de 2001. No entanto esse sistema de cotas não vem funcionando corretamente, percebemos isso nas notícias, na mídia, mostrando os negros sendo vitímas de preconceito e de exclusão nas universidades, causando problemas na população brasileira.



Essa política é um erro, um absurdo: Oferecer vagas as pessoas negras. Isso prova que o negro é incapaz, incompetentes e que são diferentes dos demais. O que deixa explicito o preconceito e a discriminação, ou seja produz efeito contrário.



Portanto, este sistema não deveria existir mais, já que não funciona corretamente. Os universitários devem ter uma vaga por mérito e não por cor, porque isso desvaloriza e os diferenciam das outras pessoas.

Larissa Mayra Rossigalli Aluna da 2ª Série do Ensino Médio da Escola E.E. Profº "José Joaquim dos Santos"

ARTIGO: CULTURA NÃO É TUDO.

CULTURA NÃO É TUDO.

A educação, tão importante na formação do ser humano - deixa a desejar em algumas situações nas quais a sobrevivência é uma questão primordial nas classes desfavorecidas.
É necessário dedicar-se ao trabalho em primeiro plano, para sustento, moradia, saúde, segurança e, finalmente, cultura.
O trabalhador busca as necessidades básicas, e isto vem desde a origem familiar, a sociedade em que vive, o mundo dele, no qual tenta se firmar. Assim, assitir ao teatro, ou ir ao cinema, a um concerto musical está distante da realidade, na qual está inserido. E quando recee o Vale- cultura, burla o sitema e prefere fazer a troca deste beneficio pela necessidade básica.
Para mudar este quadro é preciso reformular o sistema, político e educacional, propondo práticas inovadoras que atinja um número maior das populações desfavorecidas, transformando-os em formadores de opiniões.

Aparecida da Silva Souza Becari
Sônia Regina Gonçalves

ARTIGO: CORRUPÇÃO CULTURAL OU ORGANIZADA?

Corrupção cultural ou organizada?


FICAMOS MUITO atentos, nos últimos anos, a um tipo de corrupção que é muito frequente em nossa sociedade: o pequeno ato, que muitos praticam, de pedir um favor, corromper um guarda ou, mesmo, violar a lei e o bem comum para obter uma vantagem pessoal. Foi e é importante prestar atenção a essa responsabilidade que temos, quase todos, pela corrupção política -por sinal, praticada por gente eleita por nós.

Esclareço que, por corrupção, não entendo sua definição legal, mas ética. Corrupção é o que existe de mais antirrepublicano, isto é, mais contrário ao bem comum e à coisa pública. Por isso, pertence à mesma família que trafegar pelo acostamento, furar a fila, passar na frente dos outros. Às vezes é proibida por lei, outras, não.

Mas, aqui, o que conta é seu lado ético, não legal. Deputados brasileiros e britânicos fizeram despesas legais, mas não éticas. É desse universo que trato. O problema é que a corrupção "cultural", pequena, disseminada -que mencionei acima- não é a única que existe. Aliás, sua existência nos poderes públicos tem sido devassada por inúmeras iniciativas da sociedade, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União (órgão do Executivo) e do Tribunal de Contas da União (que serve ao Legislativo).

Chamei-a de "corrupção cultural" pois expressa uma cultura forte em nosso país, que é a busca do privilégio pessoal somada a uma relação com o outro permeada pelo favor. É, sim, antirrepublicana. Dissolve ou impede a criação de laços importantes. Mas não faz sistema, não faz estrutura.
Porque há outra corrupção que, essa, sim, organiza-se sob a forma de complô para pilhar os cofres públicos -e mal deixa rastros. A corrupção "cultural" é visível para qualquer um. Suas pegadas são evidentes. Bastou colocar as contas do governo na internet para saltarem aos olhos vários gastos indevidos, os quais a mídia apontou no ano passado.

Mas nem a tapioca de R$ 8 de um ministro nem o apartamento de um reitor -gastos não republicanos- montam um complô. Não fazem parte de um sistema que vise a desviar vultosas somas dos cofres públicos. Quem desvia essas grandes somas não aparece, a não ser depois de investigações demoradas, que requerem talentos bem aprimorados -da polícia, de auditores de crimes financeiros ou mesmo de jornalistas muito especializados.

O problema é que, ao darmos tanta atenção ao que é fácil de enxergar (a corrupção "cultural"), acabamos esquecendo a enorme dimensão da corrupção estrutural, estruturada ou, como eu a chamaria, organizada.

Ora, podemos ter certeza de uma coisa: um grande corrupto não usa cartão corporativo nem gasta dinheiro da Câmara com a faxineira. Para que vai se expor com migalhas? Ele ataca somas enormes. E só pode ser pego com dificuldade.

Se lembrarmos que Al Capone acabou na cadeia por ter fraudado o Imposto de Renda, crime bem menor do que as chacinas que promoveu, é de imaginar que um megacorrupto tome cuidado com suas contas, com os detalhes que possam levá-lo à cadeia -e trate de esconder bem os caminhos que levam a seus negócios.

Penso que devemos combater os dois tipos de corrupção. A corrupção enquanto cultura nos desmoraliza como povo. Ela nos torna "blasé". Faz-nos perder o empenho em cultivar valores éticos. Porque a república é o regime por excelência da ética na política: aquele que educa as pessoas para que prefiram o bem geral à vantagem individual. Daí a importância dos exemplos, altamente pedagógicos.

Valorizar o laço social exige o fim da corrupção cultural, e isso só se consegue pela educação. Temos de fazer que as novas gerações sintam pela corrupção a mesma ojeriza que uma formação ética nos faz sentir pelo crime em geral.

Mas falar só na corrupção cultural acaba nos indignando com o pequeno criminoso e poupando o macrocorrupto. Mesmo uma sociedade como a norte-americana, em que corromper o fiscal da prefeitura é bem mais raro, teve há pouco um governo cujo vice-presidente favoreceu, antieticamente, uma empresa de suas relações na ocupação do Iraque.

A corrupção secreta e organizada não é privilégio de país pobre, "atrasado". Porém, se pensarmos que corrupção mata -porque desvia dinheiro de hospitais, de escolas, da segurança-, então a mais homicida é a corrupção estruturada. Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção. É mais difícil de descobrir. Mas é ela que mata mais gente.

*Artigo de Renato Janine Ribeiro, 59, professor titular de Ética e Filosofia Política do Departamento de Filosofia da USP. É autor, entre outras obras, de "República" (coleção Folha Explica, Publifolha).

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Comentário Crítico

O debate regrado nos trouxe informações novas do que é replica e treplica , explorando argumentos possíves do tema polêmica trabalhada em grupos.
Todas as atividades desenvolvidas no curso são etapas do material da Olímpiadas de Lingua Portuguesa- Artigo de Opinião, desenvolvido e ampliando assim a criticidade do gênero nos proporciona vivencia e conhecimento para a sala de aula.
O sabio adquiri conhecimento a mais e permanece em constante aprendizado.

Avaliação dos dois encontros do curso.

Nós professores da E.E.Prof. Jóse Joaquim dos Santos , particimpamos do 1º e 2º encontro Gênero Textual em foco-Artigo de Opinião modulo II , ministrada pela PCOP's -Tamar Naline e Maria Virginia( Lingua Portuguesa).
Esses encontros nos proporcionaram enriquecimento no saber e ensinar fazendo de nós formadores de opinião mais preparados a ensinar o conteúdo aos nossos alunos de forma clara, objetiva e diversificada, tornando o ambiente de trabalho agradável para os alunos e professores.
Ser formadores de opinião não é ser apenas aquele que transmite mas, aquele que também aprende com o próximo.

Só há notícia se for ruim, de Carlos Brickmann - Artigo de Opinião

     Elio Gaspari costuma dizer que, nas redações, a notícia chega devagarzinho, abre a porta de leve, põe a cabeça para dentro e entra correndo para esconder-se.Se alguém a notar, será imediatamente chutada para fora.
     E, se a notícia for boa, suas chances de sobrevivência são ainda menores. Notícia que o pessoal gosta é corrupção, é escândalo, é miséria, é tudo aquilo que deu errado.Nas ocasiões em que o Brasil dá certo, aí não é notícia( e não vale nem a regra de que boa notícia é o inusitado). Lugar de notícia boa é a cesta do lixo.
    Jundiaí, no interior de São Paulo, atingiu 100% no fornecimento de água tratada e chegou muito perto disso no tratamento de esgotos ( só não atingiu 100% por um problema  judicial). Notícias? Só nos jornais da região, e olhe lá.A capital de São Paulo, onde o programa de água e esgotos caminha bem mais ainda está longe da universalização, ignorou o tema.O Brasil, onde água tratada e esgoto são coisas de gente rica, preferiu investigar se tem ministro comendo tapioca com cartão corporativo(tema que até vale investigação, mas não pode substituir outros assuntos de importância, que se referem à vida e à morte dos cidadãos).
     São Caetano do Sul. Na Grande São Paulo, é um exemplo ainda mais claro de que as boas notícias são desprezadas pelos meios de comunicação.De acordo com os número da respeitadíssima Fundação Seade, o índice de mortalidade infantil de São caetano é o menor do país; equipara-se aos da Bélgica e do Japáo, quatro mortes por mil nascimentos.É índice que ocorre no Primeiro Mundo.
     A derrubada dos índices de mortalidade infantil não ocorre, em lugar nenhum, apenas pela boa atenção à saúde: exige tempo, trabalho coordenado, que envolve planejamento, engenharia( tratamento de esgotos e água), meio ambiente(plantio de árvores, limpeza de rios e córregos), coleta de lixo, de preferência seletiva, assistência social (há em São Caetano um programa tipo bolsa-família, mais completo que o federal, mantido com recursos municipais), aleitamento materno, cuidados com as gestantes, educação em sentido amplo, higiena, empregos. E envolve, o que é raro, continuidade administrativa: não é porque um prefeito é adversário do antecessor que deve abandonar seus planos.O atual prefeito, José Auricchio, reeleito com 70% dos votos, tem na oposição boa parte do grupo político de seu antecessor. E daí? Neste processo todo, a cidade de 150 mil habitantes atingiu o maio Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. E, fora da região do Grande ABC, o fato foi olimpicamente ignorado pelos meios de comunicação.
     Dizem que  Ribeirão Preto vai muito bem na área social(mas como encontrar dados, se não há reportagens?). E, o que aparece às vezes na TV (mas rarissimamente na imprensa escrita), a cidade se transforma em área de tecnologia de ponta no uso do raio laser em auxílio a transplantes. Há belas experiência de sustentabilidade ambiental no Rio Grande do Sul, há o hospital de referência no tratamento de câncer de Barretos, há as experiências em Campinas da Unicamp em energia alternativa e cirurgia para diabetes, há excelentes pesquisas em Campina Grande, na Paraíba, há um belo trabalho da Embrapa e da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz, há a agricultura irrigada de ótima qualidade no semiarido nordestino.E quem sabe, por ter sido informado pelos meios de comunicação, que as hélices dos geradores de vento da Europa são, em grande parte, fabricadas no Brasil?
     Vale matéria? De vez  em quando, a TV mostra, em horários alternativos, em programas especializados, alguns as, alguns aspectos dessas experiências positivas.De muita coisa este colunista tomou conhecimento ao integrar o júri do último Prêmio Esso de Jornalismo, com belíssimas matérias nos jornais da região sobre os bons fatos que também ocorrem.
      Vale matéria? Deveria valer. Mas, além da volúpia por más notícias, há um problema extra, que assusta pauteiros e repórteres: o medo da patrulha.Fazer matéria a favor pode dar a impressão de que há alguma coisa esquisita além da reportagem.Mas é preciso vencer também este preconceito- ou ficaremos restritos ao noticiário policial fingindo que é cobertura política.

                         Olimpíada de Língua Portuguesa, Escrevendo o Futuro
                                   Orientação para produção de textos

Artigo de opinião- Explorando a oposição entre boas e más notícias, o título antecipa a tese defendida pelo artigo.
     Parágrafos:
    •1Todo o artigo pode ser entendido como um desdobramento da voz de Gaspari, citada neste primeiro parágrafo.
  •2  No segundo parágrafo, o articulista retoma a voz de Gaspari, complementando-a e contrastando-a com a voz do “pessoal”.
•3 Referência a gastos abusivos com cartões corporativos.Esses excessos, de interesse exclusivamente pessoal, foram alvo de muitas denúncias na grande imprensa
•3 No terceiro parágrafo, o articulista inicia uma série de referências a fatos positivos(vozes aliadas)sistematicamente ignorados pela grande imprensa ( voz adversária).
 •4  Ao apresentar este dado, o articulista usa um argumento de autoridade; a credibilidade da voz de uma instituição “respeitadíssima”.
 •5  Neste parágrafo o articulista chama a atenção para o grau elevado de interesse público dos fatos positivos a que se refere, mostrando seu alcance social, político, econômico e histórico
• 6 A oração “Dizem que...” sugere e introduz uma “voz corrente”, representante da opinião pública, dada como favorável à tese do autor.
 •7  Nestes dois parágrafos, dirige ao leitor uma pergunta retórica, “Vale matéria?”, que tem por objetivo tanto assinalar um novo momento do texto quanto levá-lo a tomar um posicionamento favorável, aderindo à tese e à proposta final do articulista-• 8-Ao se referir à “patrulha” que assusta pauteiros (jornalistas que definem o que será publicado), o articulista aponta uma voz adversária poderosa: a dos jornalistas que suspeitam das boas notícias.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Alunos conscientes, atitudes coerentes

 Hoje em dia é possível nos depararmos com atitudes agresoras no ambiente escolar, existe constantemente agressões verbais e físicas entre os próprios alunos, alunos e professores.
Essas agressões ocorrem devido á falta de estrutura familiar, falta de limites, concientização e a necessidade de uma educação mais humana.
É possível observarmos que esses alunos que cometem o bullyng trazem para a sala de aula o que vivenciam em suas casas e assim transmitindo para a sociedade em grande violência.
Não podemos aceitar, achar normal essas agressões  temos que tomar atitudes conscientizando esses agressores sobre seus atos. Para que isso ocorra é necessário a colaboração de todos, como professores, gestores, família e a própria sociedade.
Sendo assim, é preciso um comprometimento maior na formação de cidadãos e na estrutura familiar.

Professoras: Ana Paula M. Gouveia
                   Sônia R. Gonçalves
                   Aparecida S. S. Becari
                   Elaine R. P. Zolin Mura
                   Silvia Maria De Oliveira Zeule